Epidemias, pestes e doenças: Porquê você deveria gostar delas

A história da humanidade pode ser interpretada por diversos ângulos: as guerras, as religiões, as mudanças da moda, os avanços científicos e também pela eterna presença das pestes, epidemias e doenças

Danse Macabre – Uma dança medieval em que um esqueleto, representando a morte, leva os vivos em procissão para o túmulo. Muito popular durante a epidemia da Peste Negra

Também presente desde que o ser humano começou a narrar o seu mundo, a literatura fantástica sempre teve nas pestilências e enfermidades um rico material para representar de forma simbólica os medos e ansiedades de comunidades ou grupos sociais.

The Dancing Plague. A Epidemia da Dança, de 1518, levou 400 pessoas a dançarem sem parar na região de Estrasburgo, hoje Alemanha. Muitas morreram de ataques cardíaco ou exaustão.

Por muito tempo incapazes de explicar por meios racionais os efeitos de vírus e bactérias sobre o corpo, culturas diversas buscaram no sobrenatural a resposta para as tragédias que atacavam suas comunidades.

As máscaras contra contágio usadas pelos médicos medievais ajudavam a manter o clima sinistro das epidemias.

De fato, mesmo hoje, em plena era digital, muitas doenças e pragas continuam um mistério, e outras ainda se colocam como ameaça para a humanidade, como a Gripe Aviária, a Doença da Vaca Louca e a Zika

O tamanho continental do Brasil, e o descaso do governo e da população com a prevenção, são pratos cheios para diversas doenças tropicais.

Dentro do fantástico, até hoje esta realidade vem ganhando forma nas criaturas e temas da Literatura Gótica e do Horror.

Se você quer logo saber quais pestes, epidemias e doenças influenciaram no desenvolvimento da Literatura Fantástica, antes de conhecer um pouco mais sobre elas na Mitologia grega e na História, clique aqui.

Sobre mulheres curiosas, deuses ratos e faraós

Nosoi

Ao contrário do que se pensa, Pandora abriu um jarro e não uma caixa, deixando escapar todas as pragas e doenças.

Dentro da Mitologia Grega, as moléstias que atormentam a humanidade tem seu momento inicial no mito de Pandora, a primeira mulher.

Concebida como uma punição ao homem por este ter aceitado o fogo roubado dos céus pelo titã Prometeu, Pandora foi entregue a Epimeteu, irmão de Prometeu, como um presente de Zeus pelo trabalho do titã na criação do primeiro homem.

O soberano dos deuses gregos, todavia, sabia de antemão que a mulher seria a desgraça do homem.

Ao andar pela moradia de Epimeteu, Pandora encontrou um jarro no qual o titã guardava todas as coisas ruins que ela não tinha usado na criação do homem.  

Devido a um erro de tradução no século 16, a palavra grega para “jarro” (pithos) foi traduzida como “caixa” (pyxis).

Movida pela curiosidade, a jovem abriu o jarro e todas as pestes, doenças e enfermidades fugiram.

Representante dos NOSOI, conforme interpretação do RPG PATHFINDER.

Ali terminava a Idade de Ouro da humanidade, para começar a Idade de Prata, quando o ser humano passou a ser vitima dos Nosoi, espíritos fugidos do jarro de Pandora e personificações das doenças e pestilências. 

A primeira diarreia

Ainda na mitologia grega, destaque para o primeiro relato de uma praga na Literatura Ocidental, encontrada no episódio inicial de A Ilíada (Séc. 8 a. C.), de Homero.

Na obra, motivado pela ofensa cometida pelo rei grego Agamenon contra um de seus sacerdotes, o deus Apolo lança flechas místicas nos gregos durante o cerco a Troia.

Apolo primeiro atacou os cães e cavalos com a doença e, depois, os soldados gregos.

Logo, as tropas são acometidos de febre intensa e disenteria.

Somente após realizarem sacrifícios a Apolo, também chamado de “O deus-rato” pela sua associação com doenças e pragas, é que os gregos ficaram livres da enfermidade.  

As pragas do Egito

Saindo da Mitologia, mas ainda no campo do divino como agente causador das pragas, destaque na Bíblia para as 10 pragas do Egito quando, segundo o livro do Êxodo, Deus enviou diversas pragas para forçar o faraó a libertar o judeus do cativeiro no Egito.

Tanto na Ilíada quanto na Bíblia vemos que os povos da Antiguidade relacionavam doenças, pragas e pestes como manifestações da ira divina, devido a sua falta de conhecimento dos mecanismos de contágio, disseminação e tratamento. 

Essa leitura permanece nos dias de hoje, visto que doenças ligadas ao contato sexual recebem o nome de Doenças Venéreas (Doenças de Vênus), remetendo a crença de que elas eram um castigo da deusa do Amor em virtude de alguma transgressão sexual. 

A deusa romana do amor Vênus era chamada de Afrodite na mitologia grega.

A Era Dourada das epidemias, pragas e moléstias

Invasões estrangeiras, fome, intolerância religiosa, desastres naturais e guerras: A Idade Média também poderia ser chamada de Era Dourada das epidemias, pragas e moléstias.

Passagem de cometas, ares poluídos, ira divina, alinhamento dos planetas… tudo era tomado como explicação para as epidemias.

É a partir desta época também que começa a ocorrer a vinculação entre determinadas enfermidades, principalmente a Lepra e a Peste Bubônica, e grupos específicos. 

Todo leproso é gay

“Os homens daquele tempo estavam persuadidos de que no corpo reflete-se a podridão da alma. O leproso era, só por sua aparência corporal, um pecador.”

A afirmação do historiador Georges Duby em Ano mil, ano 2000: em busca de nossos medos (1998), vai ao encontro da vinculação de judeus e homossexuais com uma das mais antigas doenças da humanidade: a Lepra.

A Igreja Católica Medieval ora pregava a compaixão para os leprosos ora os marginalizava.

Nos séculos 12 e 13, por exemplo, o termo “leproso” era usado como sinônimo tanto para homossexuais quanto para judeus.

O elo em comum era a crença de que estes três grupos eram pervertidos sexuais.

O poeta Danta colocou os homossexuais no Sétimo Círculo do inferno, na obra A DIVINA COMÉDIA (1304-1321).

Como mostra Jeffrey Richards em Sexo, desvio e danação (1993), pensadores cristãos do século 12 usavam a palavra “lepra” quase como equivalente a “pecado”.

O Papa foi um dos fundadores da Inquisição

Da mesma forma, no século 13, o Papa Gregório IX usou a palavra “lepra” para se referir a “sodomia”, termo empregado na época para designar o homossexualismo.

No mesmo período, outros escritores ligados a Igreja descreveram leprosos como sendo judeus, homossexuais e hereges. 

Judeus são a Peste

A busca por bodes expiatórios na Idade Média para justificar a desordem social provocadas pelas doenças e epidemias encontrou seu ponto alto durante a epidemia de Peste Bubônica no século 14. 

Transmitida pela picada de pulgas de ratos, a doença matava os infectados em 2 a 5 dias de forma lenta e dolorosa.

Chamada de Peste Negra em virtude das bolhas negras que apareciam na pele, a doença matou um terço da população europeia da época, não escolhendo local, classe social ou religião.

A quantidade de corpos era tanta que os cadáveres eram colocados juntos em valas.

Cidades, vilarejos e monastérios inteiros foram dizimados pela peste. A situação chegou a um ponto que faltou madeira para se fabricar caixões. 

Na busca por explicações, os cristãos buscaram culpados.

Judeus eram queimados em praça pública como forma de se parar a epidemia de Peste Negra.

Em 1321, na França, judeus, leprosos e muçulmanos foram acusados de contaminar os poços de água com a peste, o que levou vários deles a serem sentenciados a morte na fogueira. 

Acusações semelhantes contra judeus como agentes da Peste Negra surgiram em toda a Europa, reforçando a crença da ligação entre esse grupo e o Diabo.

A Peste Negra causou um profundo impacto na mentalidade européia, tanto pela sua ferocidade e disseminação quanto pela falta de conhecimento a respeito dos mecanismo de contágio e cura, o que abriu portas para a associação com o sobrenatural.

Esta ligação das epidemias e moléstias com o sobrenatural perduraria nos século seguintes, como você pode ver nas 6 principais doenças, pestes e epidemias que influenciaram a Literatura Fantástica.

As seis principais epidemias, doenças e moléstias da Literatura Fantástica

Ao ler a lista abaixo, perceba que a relação entre o Fantástico e as enfermidades foi mudando de acordo com o contexto histórico e cultural.

À medida que o conhecimento sobre uma doença especifica foi evoluindo, ou a sociedade encontrou meios para vencê-la, ela saiu dos domínios do sobrenatural, e do Fantástico, para dar espaço para outra moléstia ou temas. 

1. Catalepsia

O que é: Doença que ataca o sistema neurológico levando a pessoa a sofrer de paralisia dos músculos e redução das funções vitais. Não há, entretanto, perda dos sentidos. Pode durar de minutos a alguns dias. A Medicina ainda não consegue explicar totalmente o distúrbio.

A Catalepsia pode ser Patológica, que é a versão mais conhecida da doença e a Projetiva, quando a pessoa acorda pela manhã e não consegue momentaneamente se mexer ou esboçar qualquer som.  

A catalepsia era motivo de preocupação ao longo do século 19 e muitas pessoas vitimas de morte sem motivo aparente eram enterradas com pequenos sinos.

Associado no Fantástico a: Vampiros, Zumbis e os personagens insanos de Edgar Allan Poe. 

Principais obras: “A queda da casa de Usher” (1839), de Edgar Allan Poe.

Apontado por séculos como uma das possíveis teorias para a lenda do vampiro, e do zumbi haitiano, a catalepsia tem no mestre do gótico norte-americano Edgar Allan Poe um de seus mais hábeis utilizadores por manter em seus contos a tensão entre o racional e o sobrenatural.

2. Lepra

O que é: Uma das doenças contagiosas mais antigas a serem registradas. A palavra foi criada pelo médico grego Hipocrates para descrever manchas brancas na pele e no cabelo que se assemelhavam a escamas (léprêã).

A ligação deste termo médico com o universo espiritual se deu quando da passagem para o grego dos textos do Antigo Testamento por volta do século 3 a.C. Ao se realizar a tradução do hebraico tsara’ath (“ímpio”, “profano”) para o grego optou-se pela palavra léprêã. passando a designar então a pessoa com a pele de aparência estranha e impura.

É caracterizada pela gradual e profunda deformação da pele e dos membros. Hoje a doença é chamada de Hanseníase e é tratável.

O Brasil foi um dos países em que a Lepra mais demorou para ser combatida.

Associado no Fantástico a: Personagens marcados por maldição, sacerdotes e párias em geral.

Principais obras: “A marca da besta” (1890), de Rudyard Kipling / “Pelo caiapó velho” (1917), de Hugo de Carvalho Ramos / “As morféticas” (1944), de Bernardo Élis. 

Associada a lugares de atraso e superstição, a lepra no conto de Kipling surge na forma de uma maldição lançada sobre um jovem inglês por um sacerdote hindu, levando-o a sofrer uma terrível mudança animalesca.

Já nos contos de Ramos e Élis, vemos a representação do sertão brasileiro como um lugar ameaçador e cercado de mistérios, algo que um jovem perdido constatará ao entrar em uma humilde casa.

Há de se destacar também a influencia da lepra na criação da doença  Escamagris (Greyscale, no original em inglês) na série literária As Crônicas de Gelo e Fogo (2011- ), de George R. R. Martin, base para a série televisiva Game of Thrones

3. Porfiria

O que é: Na verdade a porfiria é um grupo de doenças genéticas que podem ser herdadas ou adquiridas e caracterizada pela deficiência de enzimas no organismo, que em casos mais graves podem provocar sensibilidade à luz, alterações da cor da pele, distúrbios mentais e convulsões. O nome vem do grego porphýra (“pigmento roxo”)

A doença causa uma profunda deformação em casos extremos

Associado no Fantástico a: Vampiros e Lobisomens

Principais obras: Drácula (1897), de Bram Stoker

A Porfiria foi por muito tempo apontada como uma das principais responsáveis pela crença em vampiros, em virtude das características da doença.

No entanto, no fim do século vinte, o pesquisador Paul Barber demonstrou no livro Vampires, Burial and Death (1988) que, ao ser examinada de perto, essa ligação da doença com o vampiro não se sustentava.

A origem do vampiro folclórico europeu permanece como o resultado da falta de conhecimento das populações do século 18 sobre o processo de decomposição dos cadáveres.   

4. Raiva

O que é: Doença transmitida para humanos pela saliva de algum animal infectado, geralmente por meio de mordida. O vírus no ferimento se desloca rapidamente para o cérebro provocando inchaço e inflamação aguda e letal.

Quase sempre leva a morte se a pessoa começar a demonstrar sinais da doença, tais como confusão, salivação em excesso e convulsões. Dai a importância da vacina preventiva. 

A Raiva é uma ameaça real a humanidade.

Associado no Fantástico a: Vampiros e Zumbis

Principais obras: Extermínio (2002), direção de Danny Boyle  / Guerra mundial Z (2006), de Max Brooks / trilogia Apocalipse Z (2010-2011), de Manel Loureiro

Ainda que também tenha sido apontada como uma das doenças por trás da lenda do vampiro, por conta das mordidas que os vitimados pela doença podem proferir, é com o zumbis que a Raiva encontra a maior associação hoje.

Esta ligação é reforçada pela ameaça real da doença na nossa sociedade em que há a proximidade com animais domésticos que são portadores naturais da doença.

Esta proximidade, aliada ao desequilíbrio da natureza provocada pelo homem, pode gerar uma possível mudança adaptativa na Raiva, levando a mesma a se tornar ainda mais agressiva e contagiosa para o homem.

Se outras doenças listadas aqui pertencem ao passado pelo combate as condições de higiene e fabricação de vacinas, o mesmo não aconteceu com a raiva. 

Esta ameaça paira no filme de Danny Boyle, no romance reportagem de Max Brooks e na trilogia de Manel Loureiro

5. Sífilis

O que é: Infecção sexualmente transmissível caracterizada por uma ferida indolor no local da entrada da doença que desaparece após 4 ou 5 semanas do contágio.

Também chamada de “Cancro duro” pelo eventual surgimento de gânglios em partes do corpo. É um inimigo silencioso que pode levar anos e décadas para se manifestar de forma violenta.

Possui diferentes fases, sendo a terciária e a congênita as mais agressivas, levando a lesões na pele, convulsões, danos nos órgãos internos, reflexos exagerados, perda auditiva, insônia e AVC.

A Sífilis era uma dos grandes fantasmas da rígida (e hipócrita) sociedade inglesa da segunda metade do século 19.

Associado no Fantástico a: Vampiros e Duplos 

Principais obras: O médico e o monstro (1886), de Robert Louis Stevenson / O retrato de Dorian Gray (1891), de Oscar Wilde / Drácula (1897), de Bram Stoker 

Vinculada a práticas sexuais proibidas pelas normas de conduta, a Sífilis é a doença que aparece nas entrelinhas dos romances góticos de fim do século 19.

Mas, não se engane: Ela está lá, nos atos indizíveis do Sr. Hyde, no retrato da imoralidade de Dorian Gray e na vinculação de Drácula com a sujeira e impureza.

6. Tuberculose

O que é: Doença até hoje cercada de mitos e preconceitos, a “TB”, como também é chamada a Tuberculose, é infecciosa, transmissível e afeta principalmente os pulmões.

A principal manifestação da doença é um tosse seca e persistente que dura meses. Outros sintomas são febre baixa, emagrecimento, palidez, suor noturno e falta de apetite.

Pode vir acompanhada de acesso de tosses e catarro com sangue. O tratamento usa antibióticos e dura cerca de seis meses.  

A TB alternava períodos de calmaria com acessos violentos.

Associado no Fantástico a: mulheres mortas

Principais obras:  Todos os contos de Edgar Allan Poe com personagens femininos / Noite na Taverna (1855), de Álvares de Azevedo.

Por vias tortas, a Tuberculose foi a principal musa inspiradora de poetas e escritores românticos na Inglaterra, Estados Unidos e Brasil no século 19.

Doença que vitimou muitos artistas em plena juventude, a TB encontrou em Edgar Allan Poe um de seus principais promotores.

Poe perdeu a mãe biológica, a mãe adotiva e a esposa para a Tuberculose.

Como consequência, as mulheres de seus contos e poemas sempre são cercadas por uma aura sobrenatural, vivendo no plano físico e espiritual. São seres além do alcance dos homens que as veneram. 

Esta mesma visão do ser feminino está retratada na obra do ultra-romântico Álvares de Azevedo, onde as mulheres complementam as taras dos personagens transviados. 

Ao responder, portanto, a pergunta que dá título a este post, lembro da frase “Se não pode vencê-los, junte-se a eles”.

Se as epidemias, pestes e doenças são um tormento para a humanidade elas tem, como ponto positivo, o fato de proporcionarem matéria prima para grandes obras e produções ligadas ao mundo do Fantástico, na Literatura, Cinema, Quadrinhos e Games.

E por isso devemos gostar delas.

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Obrigado e até a semana que vem! 

Fontes utilizadas

BARBER, Paul. Vampires, Burial and Death. New York: Yale University Press, 1988.

BARING-GOULD, Sabine. Lobisomem: um tratado sobre casos de licantropia. Trad. Fernanda M. V. de Azevedo Rossi. São Paulo: Madras, 2003.

BRANDÃO, Junito de Souza. Mitologia Grega. Vol. 1. Petrópolis, RJ: Editora Vozes, 1986. 

BRANDÃO, Junito de Souza. Mitologia Grega. Vol. 3. Petrópolis, RJ: Editora Vozes, 1987. 

DUBY, Georges. Ano 1000, ano 2000: na pista de nossos medos. Trad. Eugênio Michel da Silva. São Paulo: Editora Unesp, 1998.

FARRELL, Jeanette. A assustadora história das epidemias: pestes e epidemias. Trad. Mauro Silva. São Paulo: Ediouro, 2002.

MELTON, J. Gordon. O livro dos vampiros: a enciclopédia dos mortos-vivos. São Paulo: M.Books do Brasil Editora, 2003.

RICHARDS, Jeffrey. Sexo, desvio e danação: as minorias na Idade Média. Trad. Marco Antônio Esteves da Rocha e Renato Aguiar. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1993.

RUSSELL, Jamie. Zumbis: o livro dos mortos. Trad. Érico Assis, Marcelo Andreani de Almeida. São Paulo: Leya Cult, 2010. 

SILVA, Alexander Meireles da. SOLETRAS. N. 27 (jan. – jun. 2014) Disponível em http://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/soletras/article/view/1119. Acesso em 02, fev. 2017.

UJVARI, Stefan Cunha. A história e suas epidemias: a convivência do homem com os microorganismos. Rio de Janeiro: SENAC Rio, 2003.

ZUMBIS: a ciência, a história e a cultura pop por trás do fenômeno. São Paulo: Abril, 2012 (Superinteressante Coleções).

Contato: Alexander Meireles da Silva

Email: fantasticursos@gmail.com

 

  

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Professor Associado da UFG-Regional Catalão

Nerd, Doutor em Literatura Comparada, Mestre em Literaturas de Língua Inglesa e Especialista em Educação a Distância. Professor Associado de Língua Inglesa e Literaturas na Universidade Federal de Goiás – Regional Catalão e Pesquisador do Fantástico (Fantasia, Gótico e Ficção Científica) na Literatura e no Cinema.

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